sexta-feira, fevereiro 03, 2012


Galera permita-me alerta-los para a existencia dessa CAIXA ATIVA BEHRINGER B212D que eh pequena e leve e te da
550Watts RMS em apenas 12"
eh muito som, voce nao consegue ficar na frente dela




EUROLIVE B212D 

Ativa 550-Watt 2-Way Speaker System PA com 12 "Woofer e 1,35" Driver de Compressão
    
* Alta potência-550 Watt-2-way de som PA sistema de colunas de reforço para aplicações ao vivo e reprodução
    
* Ultra-compacto e leve proporciona um som excelente, mesmo em níveis extremos de pressão sonora
    
* Revolucionária tecnologia de amplificação Classe D: um enorme poder, incrível performance sonora e super-leve
    
* Fonte de alimentação interna chaveada para áudio sem ruído, resposta transiente superior eo consumo de energia muito baixo
    
* Processador de som integrado para o controle do sistema final e protecção dos altifalantes
    
* Extremamente poderoso drive 12''excursão longa fornece graves incrivelmente profunda e potência acústica
    
* State-of-the-art 1,35''driver de compressão de alumínio-diafragma para a reprodução de alta frequência excepcional
    
* Dispersão Ultra-wide, de grande formato de chifre exponencial
    
* Ultra-baixo ruído de entrada Mic / Line com controle de volume e LED Clip
    
* EQ de 2 bandas dedicado para ajuste de som perfeito
    
* Saída de linha adicional permite ligação dos sistemas de colunas adicionais
    
* A concepção da estrutura versátil trapezoidal permite o posicionamento diferente:
    
* - Stand de montagem com 35 mm de socket pole
    
* - Inclina de lado para utilização como monitor de chão
    
* Pegas ergonómicas para fácil transporte e instalação
    
* Componentes de alta qualidade e construção excepcionalmente robusta garantir vida longa
    
* Concebido e desenhado pela BEHRINGER Alemanha.

quinta-feira, janeiro 26, 2012

Programacao da Radio atualizada, agora tem : Ajalon, Michael w smith, Petra, Complexo J, Sal da Terra e Banda Urgente
ENCONTRO  DE GUITARRISTAS em Jacarepagua

DIA 30/01/2012
nesta SEGUNDA - FEIRA

19:00 HORAS

 e estarei la com essa galera abaixo
Vou tocar 3 musicas do Gambale the Tardis Humid beings e spike's song e That Girl do Stevie wonder
com arranjo smooth jazz tipo george benson do guitarrista Mark Whitfield
COMUNIDADE EVANGÉLICA
NOVO DIA

 DIA 30/01/2012
SEGUNDA - FEIRA

19:00 HORAS



LOCAL: ESTRADA DO GUERENGUÊ, 377
OU ENTRADA PELA RUA ANDRÉ ROCHA, 1800
ANTIGO ESPAÇO DAMASCENO

TAQUARA - JACAREPAGUÁ

O EVENTO SERA REALIZADO NO TEMPLO

ENTRADA FRANCA.


REALIZAÇÃO - DUDU PASSOS

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Nao conseguindo ouvir o audio tente abrir  no Explorer se ainda assim nao conseguir clica aqui : http://s9.myradiostream.com/42784/
Comecando o ano com o pe direito quero apresentar a voces uma banda que descobri no ano passado e me apaixonei pelo som deles. Trata-se do AJALON,  banda cristan de rock progressive que debutou em 1996 com um material tao bom que o Rick Wakeman os recebeu no selo dele.  O Rock progressivo eh bem vasto em seus estilos, então pra dar uma ideia eu diria que você vai encontrar similaridades com o Yes , Genesis, Kansas, steve Hackett so pra citar alguns , além do estilo próprio deles costurando todos os estilos instrumentais e vocais com o maior bom gosto. Eh um absurdo essa banda não ter ficado conhecida no mundo todo pela qualidade do material, sinal de o quanto faz falta a divulgação nas rádios Fm e AM como era feita nas décadas de 70 e 80 epoca em que eu fui instruído no bom caminho do qual nunca me afastei. Quantos Ajalons não devem existir e morreremos sem termos tomado conhecimento.
As letras são Biblicas o que cai otimamente bem para o rock progressivo, já bastante povoado por seres de outros planetas, demônios, duendes, monstros e etc....
Videos há vários no youtube e de ótima qualidade, vocês vao gostar muito.  Alias parafraseando os novos baianos, quem não gostar do Ajalon, bom sujeito não eh , ou eh ruim da cabeça ou doente do bom gosto hehe !
Abaixo publico a Bio do grupo tirada do wikipedia  - Divirtam-se, apaixonem-se, curtam, viajem, transportem-se - site :  http://www.ajalon.net/

Ajalon is found in the book of Joshua 10:12.
The Paraphrased meaning of Ajalon is:

Grace in the midst of the fire.



Ajalon was started in 1994 by Wil Henderson, Randy George and Dan Lile. In 1996 they sent a demo tape to Rick Wakeman, keyboardist of the progressive rock group Yes, and after listening he signed them to his label Hope Records.[2] The same year the band released their first album Light at the End of the Tunnel. Among their musical influences one can hear Yes, Genesis andMarillion.
It was not before 2004 that the group released their next album On the Threshold of Eternity on the label ProgRock Records, where they collaborated with Rick Wakeman, guitarist Phil Keaggy and ex-Spock's Beard frontman Neal Morse. Randy George has participated in several Neal Morse projects, one of them being his album Testimony, which was released earlier in 2004. On the Threshold of Eternity got good reviews in the prog rock scene.[3][4]
In 2009, Ajalon released their third album This Good Place. Again, a few guest musicians were brought in.


Ajalon (also spelled Aijalon or Ayalon) was a place in the lowland of Shephelah in the ancient Land of Israel, identified today as Yalo at the foot of the Bethoron pass, a Palestinian Arab village located 13 kilometres (8.1 mi) southeast of Ramla in the West Bank. Its name is Hebrew for "place of gazelles".[citation needed]
The place may have been the site of several battles between invaders and the natives. In the Tell el-Amarna letters, written during the last twelve years of Pharaoh Akhenaten and the first regnal year of Tutankhamun (14th century BCE), Adoni-zedek spoke of the destruction of the "city of Ajalon" by the invaders, and describes himself as "afflicted, greatly afflicted" by the calamities that had come on the land, urging the king of Egypt to hasten to his help.
This event may have been connected to an attack of the Amorites, before the arrival of the Israelites under Joshua. But since the valley stretches as far to the west as to a point halfway betweenSha'alvim and Latrun, the city referenced in these letters may have been any settlement in the valley.


"This Good Place" (2009)
1. Love Is A Dream
2. Nickels and Dimes, Marbles and Stones
3. Not Man
4. Abstract Malady
5. Lullaby of Bedlam
6. Redemption
7. This Good Place

"On The Threshold of Eternity" (2005)
1. Anthem of the Seventh Day
2. The Promised Land
3. Sword of Goliath
4. Holy Spirit Fire
5. Psalm 61
6. What Kind of Love
7. The Highway
8. Forever I Am
9. On the Threshold of Eternity
"Light At The End Of The Tunnel" (1996)

1. The Illusion of Permanence
2. Spiritual Fire
3. Girl on a Swing
4. A Thief in the Night
5. To Fly With You
6. Commonwealth
7. Light at the End of the Tunnel
8. The Long Road Home
  i. So It's Come To This
  ii. Famous Last Words
  iii. Brush With Life
  iv. Free At Last
  v. The Long Road Home

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Hoje eh 27 de dezembro e ta na hora de ouvirmos um pouco de MICHAEL W SMITH , ele que foi influencia pra muitos de nos produtores musicais nao eh mesmo Emerson ?   hehehe,  mas tinha que ser mesmo, Thumbs up, nao tem nada que o Michael tenha feito que eu nao goste, aproveitamento total, Superbom gosto, sentimental, tecnico, cristao, moderno !  entao eh isso, ta rolando uma selecao de musicas dele ! Enjoy , curtam !



Ah, se voce nao conseguir ouvir de jeito nenhum , me manda um email avisando pois pode ter caido o servidor, aih vou la e restarto, eh que nao ouco direto e as vezes cai e nao fico sabendo ok ?  vamos nos ajudando  !

OK , ja acrescentei ao playlist, Marcos Kinder, Milad, Joao alexandre, Pr Gustavo legal (novidade) ex Nazaritos e estou colocando agora musicas dos dois primeiros discos do Rebanhao e sigo no proposito de ir adicionando mais e mais e aceito propostas viu galera  !!!  Enjoy

E nao esquecam nao conseguindo ouvir por aqui, vao direto ao servidor em http://s9.myradiostream.com/42784/

Sal da Terra  banda que toquei teclado no fim dos anos 80
Com Juninho batera (agora Pastor na Ilha) , mauricio Guitarra (agora na Tempus) , Gil Baixo (no sul)  e Joao Cantor (pastor em Brasilia) , o Cd foi gravado
Em 2005 no studio do Edson Lenon, não tem nome ainda, mas esta todinho aih na integra! Um dia vamos juntar todo mundo que já passou por la incluindo eu
E gravaremos um DVD hehehe.  Juninho também tinha com o Samuel Lima o Ramatiz no Baixo e o Farley Jorge uma banda de Jazz chamada Turba Multa
Que ensaiava no mesmo espaço que nos la na casa do Junior.

Banda Tempus – Banda com quem convivi durante esse tempo de sommexe anos 90 e 2000
Caras como o Beto, Marcelinho, o Felipe , o Vaguinho Carvalho, o Mauricio (Sal da terra) http://www.wix.com/bandatempus/2011
Estao aih 4 musicas desse novo disco que o mauricio me mandou !

Complexo J , banda que sempre tive como uma das melhores do Rock gospel e das mais famosas
Com Helio, Marco, Joel, Julio e agora com Marlon, e por conde passaram outros amigos como Kinder e Merlino
E com a qual estou tendo a honra de tocar louvores la no culto Batista da península

Big Bencao banda da lenda viva Livingston Farias quando pastoreava uma igreja la no Sul em 2001, época em que tivemos mais contato e fiquei com uma caixa de cds para divulgação
Pois na época tinha o studio e selo sommexe pelo qual lancamos Marcos Kinder e Luizinho Caju.
Site : http://livingstonfarias.posterous.com/  trabalho de altissima qualidade em que atuou o atual guitarrista do 4 por 1

próximos playlists entrarão : Rebanhao, Sinal de alerta,  Banda e Voz, Banda Fe, Nova Jerusalem,  banda urgente, Semeador , Petra, Michael W Smith e S8 entre outras



Depois vou fazer uma so de MPB Gospel tipo : Joao Alexandre, Milad, Vencedores, Pescador, Ceu na Boca, semente e muito mais

segunda-feira, dezembro 05, 2011

C-200 Orgão ClássicoC-200 Orgão Clássico
O C-200 é indicado para as Igrejas que utilizam o hinário tradicional
em seus cultos e missas,como por exemplo a Igreja Luterana, Batista,
Presbiteriana, Anglicana-Episcopal, Metodista, Mórmons e Igreja
Católica tradicional, entre outros.

Organistas que possuem conjuntos para cerimônias poderão contar com
o verdadeiro som de uma catedral.Organistas que queiram ter em
casa um órgão com som real de tubos irão se impressionar com o C-200.
C-200 Orgão Clássico
C-200 Orgão Clássico
C-200 Orgão Clássico
C-200 Orgão ClássicoC-200 Orgão Clássico

segunda-feira, novembro 21, 2011

Ok pessoal , pra desintoxicar,  essa semana vai rolar muito smooth jazz tipo :  Basia,  Special EFX, Bossanostra, Boney James, spyrogira, Genai, Brenda Russel, Sade, Jonathan Butler, Grover washington Jr, Andre Ward, Bryant Wilder, Babik Reinhardt, Chaka Khan, Joe Sample, Phillip Saisse, Stevie Wonder, Urban Knights, Pieces of a Dream etc.......

sexta-feira, novembro 11, 2011

Radio sommexe de volta com programacao variada, hoje tocando: Stolt Morse Portney Trewavas, Kit Watkins, PFM "Dracula",   Fireballet, Jerry Goodman, Kayak, Patrick Moraz e Pendragon
nao conseguindo ouvir por aqui va direto ao servidor em :  http://s9.myradiostream.com/42784.htm
daqui em diante vou colocar menos grupos tocando em loop assim da pra voce se acostumar com a musica pela repeticao, tambem pretendo divulgar discos de bandas nacionais logo se voce tem um otimo trabalho entre em contato pois eh gratuito, meu objetivo eh cultural e ate educacional, eh divulgar o que ha de bom, o esforco de musicos que compoem otimas obras e nao tem onde toca-las, mostra-las ao publico. 
Se o som parar, so reloudar a pagina, como o servidor eh gratuito, acontece esses paus tipo hospital publico sacou ? hehehe temos que ter paciencia, as vezes para mesmo, por exemplo tava parado desde terca feira, so hoje consegui um espaco no s9  antes tava no s1, mas vamos em frente, quando eu achar um servidor melhor que nao caia tanto mudarei o sistema com certeza. Se tiverem alguma dica sou todo ouvidos, quem quiser contribuir com musicas, ideias, textos e ate gerencia do blog, fique a vontade, sou bem aberto a parcerias saudaveis quando o negocio eh divulgara boa musica. abraco a todos e espero que gostem dessa selecao.  Renato da sommexe

quinta-feira, novembro 03, 2011

Ola Galera do progressivo, pelo periodo de uma semana a contar de hoje dia 3 logo ate dia 10 estaremos tocando aqui na WebRadio Sommexe os dois Cds da Banda TEMPUS FUGIT,  Chessboard e Tales from a Forgotten World initerruptamente logo pode ser ouvido a qualquer hora, e nao conseguindo por aqui ouca la pelo servidor diretamente em http://s1.myradiostream.com/61674.htm, segue abaixo uma cronica sobre a banda que eh uma das principais do rock progressivo brasileiro.
Site oficial :
http://www.rockprogressivo.com.br/tempusfugit/
tempus2


Momento histórico 1.
A primeira metade dos anos setenta foi um período ímpar para o rock progressivo. O motivo, todo mundo já sabe – Yes, Gênesis, King Crimson e etc. No entanto, foi a partir de mil novecentos e setenta e oito que o movimento progressivo viveu o seu declínio oficial e, a partir do início dos anos oitenta, o rock progressivo (também classificado como: Som Arte, Movimento Progressivo, Música Progressiva, como queira), jamais foi o mesmo. Em todo o mundo foram pouquíssimos grupos que investiram o seu talento nesse estilo de música. O que ocorreu é que os tradicionais grupos progressivos começaram a trilhar novos caminhos e, quando a gente está no centro da história, nunca temos uma visão mais clara. A bem da verdade, o rock progressivo tradicional dos setenta, chegou aos oitenta de maneira “reinventada”, gerando assim, o que é classificado como sendo rock neo progressivo. É verdade que os conservadores (puristas) sempre olharam para o neo progressivo com o nariz retorcido. Porém, o movimento neo progressivo continua vigorando em várias partes do mundo e grupos de grande importância histórica, estão profundamente ligados a ele. O Yes talvez seja o maior exemplo, pois, sua produção a partir do vinil 90125 (lançado em dezembro de 1983), vem sendo toda voltada para a estética neo.
O movimento progressivo brasileiro – refiro-me aos anos setenta – pode ser classificado como mediano e nada mais. Com a derrocada da estética do progressivo clássico (anos 70), os músicos prog. do Brasil praticamente desapareceram do horizonte. O curioso é que o renascimento súbito veio a partir dos anos 90. Os anos noventa foram os anos de maior qualidade e originalidade para os criadores da estética progressiva nacional. Lembro-me, que naquela época, três livros sobre rock progressivo foram lançados no Brasil. Algo verdadeiramente inédito, e, a mais importante de todas as publicações, foi o singular jornal Metamúsica. O jornal era totalmente dedicado ao rock progressivo! O Metamúsica foi criado pelo genial editor Marcos Cardoso de Oliveira, personalidade ímpar que foi movido por uma profunda paixão (quem conheceu tal publicação sabe do que falo) pela cultural progressiva em todo o mundo. O jornal, apesar de ser escrito em português, foi uma publicação que correu o mundo. Não tenho qualquer dúvida em afirmar, que o Metamúsica foi uma das mais importantes publicações sobre música progressiva do mundo. Até hoje lembro de sua heróica última edição com quase 100 páginas! Verdadeiro milagre editorial, pois era mínimo o número de patrocinadores. A verdade   é que o Metamúsica era integralmente movido pela ardente paixão do seu editor.
Foi justamente nos anos noventa que o Tempus Fugit nasceu e certamente, de maneira direta ou indireta, sofreu um pouco da atmosfera do ambiente Prog que vigorou em todo o passar dessa década. Lembro-me a primeira vez que assisti o grupo. O concerto foi em Niterói, no espaço cultural que se chama Estação Livre Cantareira. Bem próximo a Baía da Guanabara. Recordo claramente que o quarteto naquela noite abria a apresentação de um grupo sueco que tinha uma bela cantora. Tive um rápido contato com o baterista Ary Moura e o tecladista André Mello. Como eles iam tocar, a conversa foi de pouquíssimas palavras. Creio que isso ocorreu no ano de 1995 ou 1996. Logo nos primeiros minutos, já dava para perceber o que estava por vir. A musicalidade dos rapazes foi logo percebida pelo público e um grande momento foi registrado. Foi assim que eu conheci a música da banda Tempus Fugit.
Momento histórico 2.
O Tempus Fugit foi formado em 1992, no bairro de Jacarepaguá, zona oeste do Rio de janeiro. Tem como identidade a música progressiva de influência sinfônica, mediante seu potencial musical que mistura, de uma forma bem equilibrada, passagens de grande harmonia e melodia suave, seguida por trechos mais rigorosos. O trabalho do quarteto já é conhecido nacional e internacionalmente.
O CD “Tales From A Forgotten World”.
tempus
Antes de iniciarmos falando sobre as faixas do CD, sou obrigado a dizer que a capa do disco é de grande riqueza visual (como nas produções de música progressiva dos anos 70). Portanto, o selo Masque Records (www.masquerecords.com) deve servir como exemplo para futuros produtores de discos. A receita é simples; bom gosto e qualidade.
As letras são todas cantadas e narradas no idioma inglês (o encarte contido no CD inclui todas as letras sem tradução para o português), porém, o que predomina são grandes trechos de música instrumental. A base fundamental de inspiração do quarteto carioca é o progressivo dos anos setenta. Vejamos mais intimamente cada faixa:
1 – A abertura é feita com a peça que se chama “Prologue” (4:38). Participação de um narrador.  “Prologue” funciona como um prelúdio.
2- “The City And Crystal” (7:05), tem em sua melodia principal ( teclados), um clima especial que nos dá a sensação “The City And Crystal”. A seção cantada é bem breve. É um grande momento dentro de “Tales From A Forgotten World”.
3- Uma forte característica de “The Gobliss`Trail” (7:18) é o seu tema principal que é variado inúmeras vezes. A composição é instrumental. Outro bom momento.
4- “War God” (6:12) também é integralmente instrumental com uma sonoridade mais agressiva, vigorosa.
5- “Bornera” (10:37) caracterizada por variadas seções onde alguns momentos André (teclados) sofre uma direta influência de Rick Wakeman. Mais uma vez existe a participação de um narrador. A peça “Bornera” é um dos grandes momentos de todo CD.
6- “A Song For A Distant Land” (7:02) demonstra uma característica  única em comparação com as outras obras pois é praticamente toda cantada.
7- “Princesa Vanessa” (6:07). Aqui os rapazes do Tempus Fugit procuram uma sonoridade mais intimista através de instrumentos acústicos (piano, violão e bandolim). Totalmente instrumental.
8- “The Lord Of A Thousand Tales” (11:43). Agora não é fácil falar pois o momento é muito especial. André Mello (compositor e tecladista) consegue levar a música do Tempus Fugit para as altas esferas. É isso mesmo. Trata-se de um momento de grande espiritualidade e luz. Verdadeiramente singular.
Triunfante e de grande sensibilidade.
A banda é formada pelos seguintes músicos; Ary Moura, Bernard, Henrique Simões e André Mello.
Entrevista:
Manoel Décio: Como você vê o movimento progressivo atual no Brasil e no mundo?
Ary: Acredito que no geral, em termos mundiais, muitas bandas surgiram de uns tempos pra cá, o que fortalece e muito a perpetuação da espécie, e de certa forma é extremamente importante, pois aquece o mercado tão discriminado pelos principais meios de comunicação, como TV e rádios de grande audiência, mas acho que o Cenário Progressivo tem crescido de forma significativa no mundo inteiro, apesar de ter um público restrito.
Manoel Décio: Existe espaço para a música progressiva nas rádios do Brasil? Caso a resposta seja sim, favor citar os nomes das rádios.
Ary: Com o retorno da Rádio Fluminense FM (maldita) há alguns anos, cheguei a deixar alguns CDs da Tempus Fugit para apreciação deles e com isso tentar uma divulgação maior por parte de uma rádio que apresentou muitos nomes do Progressivo Nacional e Internacional , afinal de contas, depois da Eldo Pop, somente a Fluminense causava um frisson dentro de cenário. Hoje parece que estamos retornando aos bons tempos, se eu não me engano, o nosso amigo Claudio Fonzi está com uma rádio pela internet que vai nos ajudar e às demais bandas brasileiras a divulgar os trabalhos, inclusive conheci também uma rádio em Nova Iguaçú que tem espaço totalmente dedicado ao Rock em geral, como todos merecem. Na França existe uma rádio chamada morow.com, onde são apresentados novos e antigos trabalhos de música progressiva e suas vertentes. Muitas dessas bandas têm me surpreendido pelo excelente material apresentado . De fato, o Rock Progressivo vai se fortalecendo através deste meio de comunicação. Nós lançamos nossos trabalhos, mas precisamos também das rádios, pra intensificar na divulgação!
Manoel Décio: O estilo da banda é o melódico sinfônico. Você poderia me dizer por quê?
Ary: Na verdade, quando lançamos nossa demo tape (1996), demos um tiro no escuro pra saber ao certo o que poderia acontecer, já que o Progressivo no país estava apagado. Para nossa surpresa, fomos muito bem recebidos tanto pela mídia Nacional quanto pela Internacional, e com isso fomos ganhando espaço. Naturalmente, trilhamos nosso caminho como temos feito até aqui. Com o tempo de estrada, já se vão 13 anos do primeiro lançamento (Tales…) e 20 anos da existência da banda. Acredito que nossa definição, nossa unidade, nosso estilo propriamente dito foi tomando corpo com esse amadurecimento que o tempo nos proporcionou. Quando começamos, tudo era novidade e hoje em dia já sabemos o que queremos. E queremos fazer sempre o melhor contribuindo para o Progressivo Nacional.
Manoel Décio: Existe a possibilidade do Tempus Fugit incorporar um quinto ou até mesmo um sexto músico?
Ary: Essa possibilidade é totalmente inviável, primeiro porque já é difícil você escalar o time certo para esse tipo de projeto e segundo porque já nos conhecemos há tanto tempo e temos tanto em comum, que se entrar ou sair alguém a banda pode vir a perder o foco principal que é manter nossa indentidade. Não acho que a banda precise de mais um integrante, até porque somos tão bem recebidos no exterior e já somos do conhecimento de todos como quarteto. Acho que não há necessidade. Não que com isso estejamos fechando as portas, mas temos nossa formação tão sólida que podemos pensar em participações especiais para dar um tempero a mais em nosso trabalho, e isso soma muito no resultado final.
Manoel Décio: Quais são as maiores influências do grupo?
Ary: Na minha opinião, temos como principais influências as bandas e músicos: Yes, Eloy, Rush, Joe Satriani, Toto, Supertramp, Terry Bozzio, Bill Bruford, Billy Conham, Genesis, etc.
André: As minhas são: Yes, Genesis, 14bis, Anyone´s Daughter, Eloy, Supertramp, Rick Wakeman, entre outras.
Manoel Décio: Foi na década de noventa que a banda nasceu e gravou o seu primeiro CD. Certamente foi uma década especial para vocês. Portanto, você poderia falar um pouco sobre o percurso de vocês nos anos 90?
Ary: Nos anos 90 parecia que o Progressivo estava ressurgindo das cinzas, pois a passagem da década de 80 para 90 foi um verdadeiro caos para o estilo. O ostracismo tomou conta do Progressivo nessa época, já no início dos 90, eis que surgem novas possibilidades de propostas de contratação para futuros lançamentos na indústria fonográfica Progressiva. Conheci o André Mello num show do Quaterna Requien nesse período, essa época foi um verdadeiro divisor de águas. Foi a década de lançamento de nossa Demo Tape (96). Em 97 lançamos nosso debut, de grande aceitação no Brasil e no mundo. Os anos 90 marcam, de fato, nosso surgimento e pretendemos permanecer juntos por muitos anos ainda.
André: A partir de 1996 ouve um grande BOOM de bandas que começaram a surgir. Isso durou a meu ver até 2002 mais ou menos. Foi uma época bem fértil para o progressivo carioca principalmente. Tivemos grandes lançamentos neste período.
Manoel Décio: Estamos no ano de 2010. Vocês poderiam nos falar como foi passar por essa década?
Ary: Nesse período passamos pelas mais diversas situações, como: mudança de integrantes, gravações pendentes, falta de apoio, falta de patrocínio, até a Masque Records nos adotar como filhos! Era o que estava nos faltando para cumprirmos nossas metas. Com isso conseguimos relançar nosso primeiro trabalho (Tales…), comemorando o aniversário de 10 anos, e lançar de uma vez por todas o nosso inédito Chessboard já em 2008. Agora tenho plena convicção de que a banda está no caminho certo. Queremos muito e sempre mais, vamos entrar no segundo semestre com algumas apresentações que merecem e muito o lançamento de nosso mais recente Chessboard.
Manoel Décio: Como está acontecendo a divulgação do Tempus Fugit fora do Brasil?
Ary: A Masque Records tem sido uma mãe pra gente! A divulgação não poderia ter sido melhor nas mãos de outra gravadora-selo. Vendemos nossas primeiras 1000 cópias do Chessboard muito mais rápido que nosso Tales…, o que mostra que nosso público está carente com relação ao cenário. Vamos continuar trilhando nosso caminho, não podemos perder o nosso foco.
André: A divulgação é boa mas não venderemos mais como o 1º CD que chegou a mais ou menos 5000 cópias. Em 1997 não tínhamos tantos downloads espalhados por aí como hoje em dia. Talvez muito mais pessoas venham a  conhecer o  nosso som, mas poucas terão o CD original nas mãos. Estamos na segunda prensagem de 1000 cópias do Chessboard mas não acho que chegaremos na terceira para ser bem realista. O que é uma pena. O que ganhamos com a venda de cd´s não é muito (cada músico está recebendo pela 2º prensagem do Chessboard 500,00 reais do selo e a banda tem direito a 250 cd´s (e esse é um bom contrato), fazemos porque gostamos, mas o download exagerado inibe o investimento de selos nas bandas, afinal gravação, mixagem, edição, prensagem, capa, etc, custam dinheiro, tempo e muito trabalho. O download é uma ótima ferramenta pra levar o som a um número maior de pessoas mas tudo tem um lado bom e um ruim. Agradeço a quem tem a intenção de ajudar divulgando num blog ou numa comunidade de orkut e mais ainda a quem gosta e acaba comprando o cd original.
Manoel Décio: O nome da banda é título de uma música do Yes (Lp Drama de 1980). Para a maioria dos admiradores do Yes, o Drama é o mais fraco disco gravado pela banda. Portanto, qual é a razão do grupo se chamar Tempus Fugit?
André: Gosto é gosto, e gosto deste álbum.  O Yes tem trabalhos como Open your eyes, Big Generation e Talk, que são inferiores ao meu gosto pessoal. A banda se chama TEMPUS FUGIT por ser um bom nome e estar diretamente ligado a uma banda de progressivo que todos da banda gostam.
Manoel Décio: Existe a possibilidade de possíveis modificações estéticas no conjunto?
André
: Acredito que não. Nós somos o que somos.
Manoel Décio Estigarribia é o autor do livro “Yes – Uma Rara Música de Quinteto”.

Manoel Décio Estigarribia - Músico graduado pelo Conservatório de Música de Niterói. Trabalha como compositor, crítico e professor de música. Como crítico é autor do livro: "Yes - Uma Rara Música de Quinteto" (progressive rock anos 70).

domingo, outubro 23, 2011


Dream Theater - A Dramatic Turn Of Events 





Genre: Progressive Metal
Lyrical Themes: Philosophy | Emotions | Addiction | Fantasy | Feelings
Country: USA
Release: September | 13th | 2011
Size: 138 | 178 MB
Bitrate: MP3 @ VBR 270 | 320 Kbit/s (CD-Rip)
Label: Roadrunner 


1. On the Backs of Angels
2. Build Me Up, Break Me Down
3. Lost Not Forgotten
4. This Is the Life
5. Bridges in the Sky
6. Outcry
7. Far from Heaven
8. Breaking All Illusions
9. Beneath the Surface

Formation:
* James LaBrie: Vocals
* John Petrucci: Guitars, Backing Vocals
* John Myung: Bass
* Jordan Rudess: Keyboards
* Mike Mangini: Drums 
A Dramatic Turn of Events (em português: "Uma Dramática Mudança de Eventos") é o décimo primeiro álbum de estúdio da banda americana de metal progressivo Dream Theater, lançado dia 13 de setembro de 2011, pela gravadora Roadrunner. É o primeiro álbum da banda exibindo Mike Mangini na bateriaapós a saída do baterista fundador Mike Portnoy, em setembro de 2010.
álbum foi escrito, gravadomixado e masterizado entre janeiro e junho de 2011 no Estúdio Cove City Sound em Long IslandNova Iorque. Foi produzido porJohn Petrucci e mixado por Andy Wallace.
O título e as faixas foram anunciadas em 8 de junho de 2011. A mixagem e a masterização do álbum foram concluídas em uma terça-feira, dia 28 de junho de2011.[3]
O novo single, "On the Backs of Angels", foi lançado através da conta no YouTube da Roadrunner Records dia 28 de junho de 2011.[4]